sábado, 20 de abril de 2013
Qual a importância do leite materno
A importância do leite materno. Ao nascer, o bebê ainda não tem seu organismo completamente preparado para a vida externa. Para essa fase da vida, o leite materno é o mais indicado, pois possui alto grau de digestibilidade gástrica, exigindo assim pequeno esforço digestivo do recém- nascido.
Sua fórmula contém a correlação ideal entre os componentes nutritivos, como proteínas, gorduras, hidratos de carbono, sais minerais vitaminas e água. O colostro (secreção láctea dos 4 primeiros dias) é riquíssimo em anticorpos e protege o bebê por toda vida. Por essa razão, as crianças amamentadas adoecem menos e raramente morrem. O leite materno também diminui a incidência de alergias alimentares, infecções digestivas e doenças respiratórias, como a bronquite asmática.
Outro ponto positivo em relação ao ato de amamentar é o desenvolvimento da relação afetiva entre mãe e filho. Em seis meses de amamentação, com um tempo médio de 30 a 40 minutos por mamada, entre 7 e 8 meses por dia, somariam aproximadamente 50 mil minutos de afetividade, amor e contato físico, permitindo bem-estar psíquico e desenvolvimento adequado para toda a vida. Estudos americanos evidenciam que grande porcentagem de adultos com problemas psíquicos não foram amamentados.
O ato de amamentar também é importante para a mulher, principalmente no pós-parto. Auxilia a involução uterina (retorno do útero ao tamanho original) e ajuda a reduzir o sangramento, em volume e duração. Também é fato comprovado que a mulher que amamenta consegue que seu corpo volte ao normal mais rapidamente. Sem contar as vantagens afetivas, orgânicas e estéticas, lembrar que o leite materno tem custo zero.
Em torno do ato de amamentar e do próprio leite materno existem certos mitos e curiosidades que precisam ser esclarecidos: não existe leite fraco, a quantidade é que pode ser insuficiente para satisfazer o apetite e a necessidade do bebê. É um mito dizer que leite que vaza é um sina de abundância; o fato pode estar relacionado a uma distonia do esfíncter (alteração da tonicidade dos músculos. que ao se relaxarem ou contraírem regulam a passagem do leite). Outro mito é achar que seios pequenos interferem na quantidade de leite. Ao contrário, seios muito grandes podem até dificultar a amamentação, sufocando o bebê.
Sobre a alimentação da nutriz (mãe que amamenta), constitui-se mais um mito. Acreditar que cerveja preta e canjica estimulam a formação de leite. A nutriz também não precisa comer em demasia pelo fato de estar suprindo o organismo de outra pessoa. O fundamental é tomar muito líquidos em quantidade maior do que o habitual, como leite, sucos variados e sopas. O café ingerido em quantidade normal não é prejudicial. O álcool deve ser eliminado, porque é depressivo e tóxico, e o fumo precisa se evitado para não poluir o habitat da criança. A mulher que está amamentando deve ter vida normal, sem excessos: deve repousar, praticar exercícios moderados e evitar contrariedades para ter boas condições físicas e psicológicas nos cuidados gerais com a criança.
Informações tiradas do livro: Medicina mitos e verdades.
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